segunda-feira, maio 31, 2010



afrasia

......a palavra
...................zune
.........................à deriva

........................despido
..............o verso
.........cala

cláudia gonçalves

7 comentários:

Paola Caumo disse...

Atualizou a margarida! Olê, olê, olá!
Lindo o poema! Parabéns.
Beijos meus
Paola

rodrigo mebs disse...

semente que silente sente / quando perto ausente / quando longe fibra elástica / versando a palavra fantástica / em vasos novos / que enraizem velhos sonhos / para que floreçam feito seus cabelos / aos ventos mansos / como em campos de centeio / contra o sol de ouro / outono por sobre os seios. (quase psicografado, depois de ler o teu silêncio, fiquei um tempo vazio de pensamentos e ainda em estado meditativo,brotou suave e definitivo.) beijo cacau! bomteler!

SARAU DO QUIROGA disse...

Se se cala o verso no mar, ao vento
em que a fala no sentido se resvala
fica a palavra obrigada ao espetáculo
de de per si recuperar a liberdade.

Todavia se o poema toma o prumo
no vento-mar, na trama do pensamento
e desliza na verdade do momento
volta a palavra ao intimo vernáculo
- e adormece em reverso sem ter rumo.

Ricardo Reis

te adoro, Cau

orlando pinhº d-silva disse...

e no ouvido
reverbera
o que o olho vê

.....

saudades
clau
beijos

walnelia disse...

Para enriquecer minha manhã,aqui estou...Continuo lendo,relendo teus poemas belos...Beijos,amiga querida!saudades de ti,Cacau.bjs Walnélia

Paola Caumo disse...

Uau!
Isso q é poesia.
Beijos de saudades
Paola

sandra disse...

silêncio
a palavra zune

o verso cala